

Antonio Napole
Quando a estratégia pede método e profundidade
A Casa fica do outro lado dessa mesa.
No que dominamos, construímos o plano com você e ficamos lado a lado na execução. No que não dominamos, trazemos quem domina.

O cimbre é a estrutura de madeira que segura cada pedra no lugar enquanto a argamassa cura. Ele é indispensável e temporário.
Um arco só está pronto no dia em que o cimbre sai.
É a mesma forma que está na marca da Casa. O arco não fica mais fraco quando a madeira sai.
O que continua sendo seu é a estratégia, o critério e a escolha das pessoas.
“A empresa cresceu mais rápido do que a estrutura que a sustenta.”
Advisory recorrente, diagnóstico de escopo fechado e comunidade.
Ver como funciona →“Meu próximo passo não vai aparecer numa vaga.”
Mentoria e a rede da Casa.
Ver como funciona →No que é nosso, A Casa conduz. No que não é, A Casa é o conector: sabe quem tem a peça que o momento pede e senta junto na primeira conversa.
Toda indicação começa com uma primeira reunião a três. Só apresentamos quem colocaríamos dentro da nossa própria operação.
Um fundador que começou sem time montou a operação conosco, com gente da nossa rede, e entregou o primeiro evento.
Num advisory em andamento, reorganizamos o posicionamento da fundadora e definimos quais produtos vêm primeiro.
Mediamos a relação entre sócios fundadores e redesenhamos o papel de cada um.
Cada nome aqui entra pela mão da Casa, no momento em que o seu caso pede. A condução continua conosco.
Quem trazemos

Antonio Napole
Quando a estratégia pede método e profundidade


Ilana Berenholc
Quando o dono ou o executivo precisa ser visto de outro jeito


Marcela Zaidem
Quando o RH precisa deixar de ser departamento e virar Gente e Gestão


Fernanda Ortega
Quando a carreira pede uma virada, não um ajuste

Agência ViragemThais Coutinho e Vivi Ponte
Quando o trabalho precisa ser visto fora da empresa


Felipe Mestre
Quando o plano pede dedicação diária para virar rotina
A Casa é fundada por Renato Barros. Cada movimento da trajetória dele foi para um ambiente em construção ou em crise e nunca para a estabilidade. É de lá que vêm o repertório e a rede que você não precisa construir sozinho.
Tudo isso posto à disposição de quem decide sozinho.





Vivência no mundo da comunicação, influência e reputação.
A escola mais exigente da Espanha.
Liderança ética e leitura global.
Crescer rápido com eficiência e ambiguidade no meio do caminho.
Alta performance dentro de uma grande escola e o custo real de operar assim.
Dedicação em paralelo aos estudos e à carreira.
O propósito nunca foi hobby.


Formação pessoal e humana.
Engenharia e disciplina.


Dez perguntas sobre a estratégia, quem decide, quando se decide e como se decide. No fim, uma nota de 0 a 30 e o bloco por onde começar.
10 perguntas · 4 blocos · nota de 0 a 30 · a leitura aparece na hora
Fazer o autodiagnóstico →Prefere pular e conversar direto? Trinta minutos, sem script.
Founders e CEOs de pequenas e médias empresas que escolheram não decidir sozinhos.
O problema raramente é o organograma.
Quando a empresa cresce, o que quebra primeiro não é a estrutura. É quem decide e o que se decide. A cultura mostra o resto: quais comportamentos são tolerados e que tipo de liderança o próximo ciclo vai exigir de você.
Vivenciamos esse padrão por dentro tanto em empresas de dono quanto em unicórnios e holdings. Por isso não começamos por “organizar o time”. Começamos pela estratégia, pela cultura e pelo modelo que sustenta as duas.
Cinco camadas, sempre na mesma ordem. Um sistema, não um serviço avulso.
O que está acontecendo de verdade: números, cultura e as relações de poder que ninguém escreve no organograma.
Onde jogar, contra quem e como ganhar. Estratégia sem ilusão.
Quem está no lugar certo, quem precisa mudar de lugar e quem precisa sair. Talento lido no contexto real.
O fato novo do dia seguinte. O plano que sai do papel enquanto ainda importa.
O que garante que dura depois que o barulho passa. Governança, sucessão, institucionalidade.